O Homem dos Sete Talentos

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20083
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Livro capa mole
Torna-se difícil disfarçar o sentimento de orgulho ou esconder a satisfação que nos anima ao afirmarmos que quando há cerca de três anos a Editora e Livraria Chá de Caxinde colocou no mercado o seu primeiro livro, o panorama editorial angolano mudou. Mudou para melhor, mas essa mudança que se fazia necessária e urgente só foi possível graças à circunstância de, entre outras, ela ter podido contar com um naipe valioso de escritores angolanos que foram subscrevendo neste período os mais de trinta títulos que já editou. Um deles é Henrique Abranches, esse gigante da poesia e da prosa que os seus amigos - entre os quais nos incluímos honrosamente -, através dos vários textos, desenhos e fotografias que compõem a obra que o leitor tem agora em mãos, e igualmente por via das mais diversas manifestações que por altura em que ocorrerá o seu lançamento público se irão realizar, resolveram merecidamente e em boa hora homenagear. Vai-se assinalar nesta ocasião o 71.° aniversário de um autor cujo brilhantismo é de há muito reconhecido, porque senhor de uma das mais profícuas carreiras literárias entre os angolanos, denotando uma vivência intensa e complexa de estados reais e imaginários com as pessoas e com as coisas. Por essa e muitas outras razões, não poderia a Editora e Livraria Chá de Caxinde alhear-se a este importante acontecimento, e foi na perspectiva daquilo que realmente representa para Angola o incomparável trabalho de Henrique Abranches, que assumiu a responsabilidade da edição deste livro que acolherá o pensamento que têm tanto da sua obra como da sua pessoa, aqueles que mais de perto convivem ou conviveram com o artista. Pepetela apelida-o, e muito bem, de o homem dos sete talentos e, como tal, ao longo da sua vida artística, Abranches não se conteve numa única disciplina para exprimir a diversidade da sua arte e capacidade. Ele distingue-se não apenas pela peculiaridade dos seus traços, pelas suas finas emoções, mas também e sobretudo pelo perfeccionismo do seu trabalho que acaba por nos revelar constantemente as vibrações da sua inteligência. Neste momento de reconhecimento e solidariedade para com Henrique Abranches, e quando a sua grandeza é compreendida por todos, a Editora e Livraria Chá de Caxinde, endereça-lhe por esta via a sua mensagem de respeito e muito apreço e exprime também o seu agradecimento ao INIC - Instituto Nacional das Indústrias Culturais. ao Sérgio Piçarra, à Lito-Tipo, e àqueles que com o seu testemunho contribuíram para que fosse possível a edição desta obra. Torna-se difícil disfarçar o sentimento de orgulho ou esconder a satisfação que nos anima ao afirmarmos que quando há cerca de três anos a Editora e Livraria Chá de Caxinde colocou no mercado o seu primeiro livro, o panorama editorial angolano mudou. Mudou para melhor, mas essa mudança que se fazia necessária e urgente só foi possível graças à circunstância de, entre outras, ela ter podido contar com um naipe valioso de escritores angolanos que foram subscrevendo neste período os mais de trinta títulos que já editou. Um deles é Henrique Abranches, esse gigante da poesia e da prosa que os seus amigos - entre os quais nos incluímos honrosamente -, através dos vários textos, desenhos e fotografias que compõem a obra que o leitor tem agora em mãos, e igualmente por via das mais diversas manifestações que por altura em que ocorrerá o seu lançamento público se irão realizar, resolveram merecidamente e em boa hora homenagear. Vai-se assinalar nesta ocasião o 71.° aniversário de um autor cujo brilhantismo é de há muito reconhecido, porque senhor de uma das mais profícuas carreiras literárias entre os angolanos, denotando uma vivência intensa e complexa de estados reais e imaginários com as pessoas e com as coisas. Por essa e muitas outras razões, não poderia a Editora e Livraria Chá de Caxinde alhear-se a este importante acontecimento, e foi na perspectiva daquilo que realmente representa para Angola o incomparável trabalho de Henrique Abranches, que assumiu a responsabilidade da edição deste livro que acolherá o pensamento que têm tanto da sua obra como da sua pessoa, aqueles que mais de perto convivem ou conviveram com o artista. Pepetela apelida-o, e muito bem, de o homem dos sete talentos e, como tal, ao longo da sua vida artística, Abranches não se conteve numa única disciplina para exprimir a diversidade da sua arte e capacidade. Ele distingue-se não apenas pela peculiaridade dos seus traços, pelas suas finas emoções, mas também e sobretudo pelo perfeccionismo do seu trabalho que acaba por nos revelar constantemente as vibrações da sua inteligência. Neste momento de reconhecimento e solidariedade para com Henrique Abranches, e quando a sua grandeza é compreendida por todos, a Editora e Livraria Chá de Caxinde, endereça-lhe por esta via a sua mensagem de respeito e muito apreço e exprime também o seu agradecimento ao INIC - Instituto Nacional das Indústrias Culturais. ao Sérgio Piçarra, à Lito-Tipo, e àqueles que com o seu testemunho contribuíram para que fosse possível a edição desta obra. Torna-se difícil disfarçar o sentimento de orgulho ou esconder a satisfação que nos anima ao afirmarmos que quando há cerca de três anos a Editora e Livraria Chá de Caxinde colocou no mercado o seu primeiro livro, o panorama editorial angolano mudou. Mudou para melhor, mas essa mudança que se fazia necessária e urgente só foi possível graças à circunstância de, entre outras, ela ter podido contar com um naipe valioso de escritores angolanos que foram subscrevendo neste período os mais de trinta títulos que já editou. Um deles é Henrique Abranches, esse gigante da poesia e da prosa que os seus amigos - entre os quais nos incluímos honrosamente -, através dos vários textos, desenhos e fotografias que compõem a obra que o leitor tem agora em mãos, e igualmente por via das mais diversas manifestações que por altura em que ocorrerá o seu lançamento público se irão realizar, resolveram merecidamente e em boa hora homenagear. Vai-se assinalar nesta ocasião o 71.° aniversário de um autor cujo brilhantismo é de há muito reconhecido, porque senhor de uma das mais profícuas carreiras literárias entre os angolanos, denotando uma vivência intensa e complexa de estados reais e imaginários com as pessoas e com as coisas. Por essa e muitas outras razões, não poderia a Editora e Livraria Chá de Caxinde alhear-se a este importante acontecimento, e foi na perspectiva daquilo que realmente representa para Angola o incomparável trabalho de Henrique Abranches, que assumiu a responsabilidade da edição deste livro que acolherá o pensamento que têm tanto da sua obra como da sua pessoa, aqueles que mais de perto convivem ou conviveram com o artista. Pepetela apelida-o, e muito bem, de o homem dos sete talentos e, como tal, ao longo da sua vida artística, Abranches não se conteve numa única disciplina para exprimir a diversidade da sua arte e capacidade. Ele distingue-se não apenas pela peculiaridade dos seus traços, pelas suas finas emoções, mas também e sobretudo pelo perfeccionismo do seu trabalho que acaba por nos revelar constantemente as vibrações da sua inteligência. Neste momento de reconhecimento e solidariedade para com Henrique Abranches, e quando a sua grandeza é compreendida por todos, a Editora e Livraria Chá de Caxinde, endereça-lhe por esta via a sua mensagem de respeito e muito apreço e exprime também o seu agradecimento ao INIC - Instituto Nacional das Indústrias Culturais. ao Sérgio Piçarra, à Lito-Tipo, e àqueles que com o seu testemunho contribuíram para que fosse possível a edição desta obra.
More Information
author Henrique Abranches
Publisher Chá de Caxinde
Edition no. 1
Year of publication 2003
Page numbers 181
Format Livro capa mole
Language Portuguese
ISBN n.a.
Country of Origin Angola
Dimension 22 x 20 x 1,2
About the Author Henrique Abranches nasceu em Lisboa em 1932. Em 1947 foi para Angola com os pais. Regressou mais tarde a Portugal para concluir os estudos secundários, voltando a Angola já nos anos 50, onde começou a sua actividade como etnógrafo, escritor, artista plástico e militante nacionalista. Durante esse período participou em exposições colectivas de artes plásticas e realizou uma exposição individual no Museu de Angola, ao mesmo tempo que intervinha como militante no Sul do país. Em 1960, trabalhando como topógrafo na zona do Kwanza, foi obrigado a demitir-se por razões de opressão ideológica. No ano seguinte, realizou várias actividades no domínio da antropologia e da arte tradicional angolana e, depois do desencadear da luta armada a 4 de Fevereiro, foi preso pela PIDE, expulso de Angola e colocado em Lisboa com residência fixa. Em Lisboa, integra-se na Casa dos Estudantes do Império, onde realiza um curso de Etnologia Angolana e várias conferências em Lisboa e em Coimbra. Em 1962, perseguido novamente pela PIDE, passa à clandestinidade e foge para Paris. Nesta cidade, em contacto com o MPLA, recebe a incumbência de Agostinho Neto de partir para Argel, onde funda o Centro de Estudos Angolanos. Nesse Centro, juntamente com Pepetela e outros, realiza vários trabalhos, dos quais se destaca a História de Angola que, depois da Independência angolana, foi editada e adoptada para o ensino secundário, sendo também publicada em Cuba e em Itália. Em 1973, parte para Brazzaville e integra a guerrilha do MPLA, onde vem a ser Comissário Politico e Comandante. Em 1975, ainda antes da Independência, regressa a Angola com o MPLA. No ano seguinte, é-lhe concedida a nacionalidade angolana por relevantes serviços prestados à luta de libertação nacional, em decreto publicado no Diário da República. 11 Série, desse ano. Deixa o serviço activo nas FAPLA e é nomeado Director Nacional dos Museus e Monumentos, cargo que acumula com o de Professor de Etnologia da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto. Em 1979, deixa aquele cargo para fundar e dirigir o Laboratório Nacional de Antropologia, onde organiza a Missão Etno-Histórica do Soyo e a Estação Arqueológica de Kitala ao Sul de Luanda. Durante esse período, publica vários artigos de Antropologia, alguns ensaios sobre Cultura Nacional e Museologia e um primeiro livro de poesia, " Cântico Barroco ". Entre 1979 e 1989, cria a maioria dos museus existentes em Angola, (entre os quais, os museus nacionais de Antropologia, em Luanda, e o de Arqueologia, em Benguela), retoma a sua actividade de artista plástico, e publica o seu primeiro romance, "A Konkhava de Feti " (escrito na prisão durante os anos 60), que recebeu o Prémio Nacional de Literatura em 1981. É então chamado pela Presidência da República de Angola para chefiar a equipa que, em parceria com uma delegação cubana da Academia das Ciências, realizaria o "Inquérito sobre a Questão Nacional". Em 1987, publica dois livros de poesia, "Sobre a Colina de Calomboloca", "Cântico Barroco" e uma reedição de "Diálogos" (Teatro). A trilogia "O Clã de Novembrino" (também Prémio Nacional de Literatura) e "Kissoko de Guerra" (dois volumes) são publicados em 1989. De seguida, parte para o Soyo para realizar uma pesquisa antropológica de campo, cujo resultado publica em 1991, numa edição de luxo, com o título "Sobre os Bassolongo - Arqueologia da Tradição Oral". Em 1993 lança a revista de banda desenhada "Jornal do Mankiko", em conjunto com os seus alunos da escola informal de banda desenhada que entretanto criara em 1986, e duas novelas sob o título "Titânia". "Os Senhores do Areal" (Prémio de Literatura "Cidade de Luanda"), "Misericórdia para o Reino do Kongo" (1996), "As Marés de Bacilon " (dois volumes, 2001), e "E NSanta Madiya habitou entre nós" (2003), são as suas mais recentes publicações. Henrique Abranches nasceu em Lisboa em 1932. Em 1947 foi para Angola com os pais. Regressou mais tarde a Portugal para concluir os estudos secundários, voltando a Angola já nos anos 50, onde começou a sua actividade como etnógrafo, escritor, artista plástico e militante nacionalista. Durante esse período participou em exposições colectivas de artes plásticas e realizou uma exposição individual no Museu de Angola, ao mesmo tempo que intervinha como militante no Sul do país. Em 1960, trabalhando como topógrafo na zona do Kwanza, foi obrigado a demitir-se por razões de opressão ideológica. No ano seguinte, realizou várias actividades no domínio da antropologia e da arte tradicional angolana e, depois do desencadear da luta armada a 4 de Fevereiro, foi preso pela PIDE, expulso de Angola e colocado em Lisboa com residência fixa. Em Lisboa, integra-se na Casa dos Estudantes do Império, onde realiza um curso de Etnologia Angolana e várias conferências em Lisboa e em Coimbra. Em 1962, perseguido novamente pela PIDE, passa à clandestinidade e foge para Paris. Nesta cidade, em contacto com o MPLA, recebe a incumbência de Agostinho Neto de partir para Argel, onde funda o Centro de Estudos Angolanos. Nesse Centro, juntamente com Pepetela e outros, realiza vários trabalhos, dos quais se destaca a História de Angola que, depois da Independência angolana, foi editada e adoptada para o ensino secundário, sendo também publicada em Cuba e em Itália. Em 1973, parte para Brazzaville e integra a guerrilha do MPLA, onde vem a ser Comissário Politico e Comandante. Em 1975, ainda antes da Independência, regressa a Angola com o MPLA. No ano seguinte, é-lhe concedida a nacionalidade angolana por relevantes serviços prestados à luta de libertação nacional, em decreto publicado no Diário da República. 11 Série, desse ano. Deixa o serviço activo nas FAPLA e é nomeado Director Nacional dos Museus e Monumentos, cargo que acumula com o de Professor de Etnologia da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto. Em 1979, deixa aquele cargo para fundar e dirigir o Laboratório Nacional de Antropologia, onde organiza a Missão Etno-Histórica do Soyo e a Estação Arqueológica de Kitala ao Sul de Luanda. Durante esse período, publica vários artigos de Antropologia, alguns ensaios sobre Cultura Nacional e Museologia e um primeiro livro de poesia, " Cântico Barroco ". Entre 1979 e 1989, cria a maioria dos museus existentes em Angola, (entre os quais, os museus nacionais de Antropologia, em Luanda, e o de Arqueologia, em Benguela), retoma a sua actividade de artista plástico, e publica o seu primeiro romance, "A Konkhava de Feti " (escrito na prisão durante os anos 60), que recebeu o Prémio Nacional de Literatura em 1981. É então chamado pela Presidência da República de Angola para chefiar a equipa que, em parceria com uma delegação cubana da Academia das Ciências, realizaria o "Inquérito sobre a Questão Nacional". Em 1987, publica dois livros de poesia, "Sobre a Colina de Calomboloca", "Cântico Barroco" e uma reedição de "Diálogos" (Teatro). A trilogia "O Clã de Novembrino" (também Prémio Nacional de Literatura) e "Kissoko de Guerra" (dois volumes) são publicados em 1989. De seguida, parte para o Soyo para realizar uma pesquisa antropológica de campo, cujo resultado publica em 1991, numa edição de luxo, com o título "Sobre os Bassolongo - Arqueologia da Tradição Oral". Em 1993 lança a revista de banda desenhada "Jornal do Mankiko", em conjunto com os seus alunos da escola informal de banda desenhada que entretanto criara em 1986, e duas novelas sob o título "Titânia". "Os Senhores do Areal" (Prémio de Literatura "Cidade de Luanda"), "Misericórdia para o Reino do Kongo" (1996), "As Marés de Bacilon " (dois volumes, 2001), e "E NSanta Madiya habitou entre nós" (2003), são as suas mais recentes publicações. Henrique Abranches nasceu em Lisboa em 1932. Em 1947 foi para Angola com os pais. Regressou mais tarde a Portugal para concluir os estudos secundários, voltando a Angola já nos anos 50, onde começou a sua actividade como etnógrafo, escritor, artista plástico e militante nacionalista. Durante esse período participou em exposições colectivas de artes plásticas e realizou uma exposição individual no Museu de Angola, ao mesmo tempo que intervinha como militante no Sul do país. Em 1960, trabalhando como topógrafo na zona do Kwanza, foi obrigado a demitir-se por razões de opressão ideológica. No ano seguinte, realizou várias actividades no domínio da antropologia e da arte tradicional angolana e, depois do desencadear da luta armada a 4 de Fevereiro, foi preso pela PIDE, expulso de Angola e colocado em Lisboa com residência fixa. Em Lisboa, integra-se na Casa dos Estudantes do Império, onde realiza um curso de Etnologia Angolana e várias conferências em Lisboa e em Coimbra. Em 1962, perseguido novamente pela PIDE, passa à clandestinidade e foge para Paris. Nesta cidade, em contacto com o MPLA, recebe a incumbência de Agostinho Neto de partir para Argel, onde funda o Centro de Estudos Angolanos. Nesse Centro, juntamente com Pepetela e outros, realiza vários trabalhos, dos quais se destaca a História de Angola que, depois da Independência angolana, foi editada e adoptada para o ensino secundário, sendo também publicada em Cuba e em Itália. Em 1973, parte para Brazzaville e integra a guerrilha do MPLA, onde vem a ser Comissário Politico e Comandante. Em 1975, ainda antes da Independência, regressa a Angola com o MPLA. No ano seguinte, é-lhe concedida a nacionalidade angolana por relevantes serviços prestados à luta de libertação nacional, em decreto publicado no Diário da República. 11 Série, desse ano. Deixa o serviço activo nas FAPLA e é nomeado Director Nacional dos Museus e Monumentos, cargo que acumula com o de Professor de Etnologia da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto. Em 1979, deixa aquele cargo para fundar e dirigir o Laboratório Nacional de Antropologia, onde organiza a Missão Etno-Histórica do Soyo e a Estação Arqueológica de Kitala ao Sul de Luanda. Durante esse período, publica vários artigos de Antropologia, alguns ensaios sobre Cultura Nacional e Museologia e um primeiro livro de poesia, " Cântico Barroco ". Entre 1979 e 1989, cria a maioria dos museus existentes em Angola, (entre os quais, os museus nacionais de Antropologia, em Luanda, e o de Arqueologia, em Benguela), retoma a sua actividade de artista plástico, e publica o seu primeiro romance, "A Konkhava de Feti " (escrito na prisão durante os anos 60), que recebeu o Prémio Nacional de Literatura em 1981. É então chamado pela Presidência da República de Angola para chefiar a equipa que, em parceria com uma delegação cubana da Academia das Ciências, realizaria o "Inquérito sobre a Questão Nacional". Em 1987, publica dois livros de poesia, "Sobre a Colina de Calomboloca", "Cântico Barroco" e uma reedição de "Diálogos" (Teatro). A trilogia "O Clã de Novembrino" (também Prémio Nacional de Literatura) e "Kissoko de Guerra" (dois volumes) são publicados em 1989. De seguida, parte para o Soyo para realizar uma pesquisa antropológica de campo, cujo resultado publica em 1991, numa edição de luxo, com o título "Sobre os Bassolongo - Arqueologia da Tradição Oral". Em 1993 lança a revista de banda desenhada "Jornal do Mankiko", em conjunto com os seus alunos da escola informal de banda desenhada que entretanto criara em 1986, e duas novelas sob o título "Titânia". "Os Senhores do Areal" (Prémio de Literatura "Cidade de Luanda"), "Misericórdia para o Reino do Kongo" (1996), "As Marés de Bacilon " (dois volumes, 2001), e "E NSanta Madiya habitou entre nós" (2003), são as suas mais recentes publicações.
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