"Manana" (1974), de Uanhenga Xitu (pseudónimo de Agostinho Mendes de Carvalho), é uma obra que retrata a dureza do sistema colonial fascista em Angola. O livro narra a história de uma jovem camponesa que enfrenta exploração, pobreza e discriminação na cidade, simbolizando a resistência e a dignidade da mulher angolana perante a opressão colonial.
Pontos Principais:
• Temática Colonial: A obra funciona como uma crítica social ao regime colonial que asfixiava o povo angolano.
• A Personagem Manana: Representa a mulher pobre e explorada que luta para sobreviver.
• Contexto de Produção: Escrito durante o tempo em que o autor esteve preso no Tarrafal (1962-1970).
• Estilo: Faz parte da literatura angolana que denuncia a dureza da vida, mas mantém a esperança.
| Author | Uanhenga Xitu |
|---|---|
| Publisher | Mayamba |
| Year of publication | 2025 |
| Language | Portuguese |
| Country of Origin | Angola |
| About the Author | Uanhenga Xitu é o nome do ficcionista angolano Agostinho André Mendes de Carvalho, nascido em Calomboloca, Icolo e Bengo, a 29 de Agosto de 1924. Era enfermeiro de profissão. Militante do MPLA, foi preso pela Polícia Política Portuguesa (PIDE) em 1959, por actividades políticas, que visavam a independência de Angola e, de 1962 a 1970, esteve preso no campo de concentração do Tarrafal em Cabo Verde. É um dos Membros fundadores da União de Escritores Angolanos (UEA), da qual foi Presidente da Comissão Diretiva. Escritor prestigiado em Angola e no estrangeiro, as suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas. Escreveu os seguintes títulos: O Meu Discurso (1974); Mestre Tamoda (1974); Bola com Feitiço (1974); Manana (1974); Vozes na Sanzala (Kahitu) (1976); Mestre Tamoda e outros contos (1977); Maka na Sanzala (1979); Sobreviventes da Máquina Colonial Depõem (1980); Discursos do Mestre Tamoda (1984); O Ministro (1989); Cultos Especiais (1997). |






